Idas e Vinhas Wine Club

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Confraria Idas e Vinhas... Chardonnay

Idas e Vinhas

No dia 17 de Janeiro de 2014 a ‘Confraria Idas e Vinhas’ se reuniu para realizar uma degustação às cegas de três vinhos Chardonnay.

Escolhemos dois produtores do Novo Mundo: Salton (Brasil) e Greywacke (Nova Zelândia) e um do Velho Mundo: Laurent Tribut (França). 

Vamos a eles?
Laurent Tribut Chablis Premier Cru 2010 (Bourgogne – França)
Cor amarelo palha. No nariz apresentou aromas de abacaxi, maçã verde, hortelã, casca e flor de laranja, mel e funcho. Em boca é macio, com boa acidez (quase fresco) e corpo leve. Final de boca com boa persistência aromática e retrogosto levemente tostado e mineral.

Média grupo: 84
R$130 
Idas e Vinhas

Salton Virtude Chardonnay 2011 (Bento Gonçalves – RS)
Cor amarelo palha. No nariz, os aromas foram de manteiga, tostado, hortelã, erva doce, flor de jasmim e agradável mineralidade. Em boca é macio, com boa acidez e álcool equlibrado. De corpo leve, final de boca de pouca persistência e retrogosto caramelado.

Média do grupo: 87,7
R$43 
Idas e Vinhas

Greywacke Chardonnay 2010 (Marlborough – Nova Zelândia)
Cor amarelo palha indo para ouro. No nariz apresentou uma grande diversidade de aromas tais como café, manteiga, madeira, cedro, mel, mentolado, pimentão, lima e tangerina. Em boca, a tangerina e o café são confirmados, boa acidez, bom corpo e talvez um pouco quente (14,5% de álcool). De final persistente e retrogosto amadeirado.

Média do grupo: 89,7
WS. 91
R$152 
Idas e Vinhas

Conclusões
A opção de degustarmos às cegas foi ótima, porque eliminamos a tentação natural de valorizar o vinho sobre o qual pesavam as expectativas e que teoricamente seria o melhor da noite, o Chablis Premier Cru.

Três vinhos feitos a partir da mesma uva, e ao mesmo tempo bastante distintos entre si. O Chablis, mais leve e refrescante dos três, com toque amadeirado muito sutil, iniciou bem os trabalhos.

O Salton surpreendeu a todos pela qualidade dos aromas e o equilíbrio. A madeira se fez presente sem excessos, um bom pano de fundo para a mineralidade e o agradável final (embora curto) com notas de caramelo.

O terceiro vinho fechou muito bem a noite. Uma pena que chegue por aqui com preço não muito atrativo. Agradou pela complexidade e intensidade dos aromas, além do final persistente. Foi o vinho onde a madeira mais se destacou, aproximando-se dos Chardonnay americanos. 

Ao final, o objetivo foi alcançado. Diferentes formas de vinificar resultaram em vinhos distintos, revelando a versatilidade da Chardonnay.

Idas e Vinhas



Um comentário:

  1. Ótimo encontro. Época do ano perfeita para explorar os vinhos brancos.

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