Idas e Vinhas Wine Club

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Aconteceu... O excelente chileno VIK chega ao Brasil


Foi uma grata surpresa receber o convite para a etapa de abertura da apresentação do VIK ao mercado brasileiro. World Wine e Wine.com.br programaram ações aqui no Rio, em São Paulo e Brasília. A apresentação do vinho e da vinícola nesse tour pelo Brasil está a cargo de Gonzague de Lambert (enólogo e Vice-presidente de Marketing e Vendas) e Julia Parapugna (Diretora de vendas).
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Provamos o VIK pela primeira vez em 2012, em nossa maratona enológica pelo Chile. Das vinícolas que visitamos, a VIK foi sem dúvida uma das experiências mais marcantes (leia mais aqui). Difícil dizer se foi pela recepção impecável (que incluiu uma degustação especialíssima e uma noite de hospedagem), pela beleza estonteante da paisagem ou pela alta qualidade do vinho, o fato é que sempre comentamos com amigos o quanto vale a pena conhecer a VIK.

A apresentação no Rio de Janeiro aconteceu na última terça-feira, 25 de Agosto, em um coquetel na loja Porto di Vino. Foi ótimo reencontrar o Gonzague (foi ele quem conduziu a nossa visita em 2012), que está cada vez mais entusiasmado com o projeto e se encarregou pessoalmente de servir os convidados (e de trazer do Chile preciosas 36 garrafas de VIK).


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Assim que cheguei, fui recepcionada com o VIK 2010 (a mesma safra que provamos em 2012 e que temos em casa). Muitas vezes provamos um vinho em determinada ocasião e ficamos com uma impressão que acaba não se confirmando nas outras vezes. Por isso estava mesmo um pouco receosa de provar novamente, querendo preservar a experiência anterior. E o que tenho a dizer é que....o vinho é realmente excepcional. Aos cinco anos preserva a cor viva, os aromas intensos e os taninos redondos. Tudo indica que tem um grande potencial de guarda.
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Gonzague e Ana Cristina
Gonzague fez uma breve apresentação da vinícola e do projeto VIK (que inclui um outro rótulo, o VIK A) e Julia apresentou o hotel (dedicado ao turismo de alto luxo) e o restaurante recentemente inaugurado. Em 2012 passamos uma noite no lodge (o hotel estava em construção) que hoje é utilizado pela família de Alexander VIK e o que hoje é a linda bodega estava nos primeiros estágios do projeto.

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Ao longo da noite, passamos ao VIK 2011 (e de volta ao 2010...). Em 2012, nossa degustação foi composta por 9 taças guardavam amostras do que seria o VIK 2011. Ou seja, tivemos o privilégio de provar os diferentes lotes que estavam repousando nas barricas antes que os enólogos decidissem o blend do vinho. E, bem, acertaram! É tão bom quanto a safra 2010, mantém a identidade aromática e traz sutis diferenças: é menos amadeirado e com taninos mais marcantes.

Vamos aos vinhos?
VIK 2010
Cabernet Sauvignon 56%, Carménère 32%, Cabernet Franc 5%, Merlot 4%, Syrah 3%.
13.9 % de álcool.
Uvas colhidas manualmente e fermentadas com leveduras nativas. A fermentação malolática foi feita em barricas novas de carvalho francês seguida por 23 meses de envelhecimento. Envasado em 3 de Abril de 2010.

De cor rubi muito vivo e brilhante. No nariz, impressionou pela intensidade e persistência dos aromas florais (rosas e violetas), de frutas negras, cassis e baunilha. Em boca, as frutas negras e a baunilha se destacam. Encorpado, com taninos marcantes e ainda assim redondos. Final longo, intenso e muito agradável.

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VIK 2011
Cabernet Sauvignon 55%, Carménère 29%, Cabernet Franc 7%, Merlot 5%, Syrah 4%.
13.9 % de álcool.
Uvas colhidas manualmente e fermentadas com leveduras nativas. A fermentação malolática foi feita em barricas novas de carvalho francês seguida por 23 meses de envelhecimento. Envasado em 5 de Abril de 2013.

Também de cor rubi muito vivo e brilhante, o VIK 2011 tem perfil aromático bastante similar ao 2010. A madeira aqui é mais sutil e os taninos são ainda mais marcantes sem perder a elegância. Final longo, intenso e muitíssimo agradável
.
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A Wine.com.br já está comercializando tanto o VIK (R$ 590,00 para não membros) quanto o VIK A (R$ 170,00 para não membros).

Em 2012 adquirimos o VIK 2010 na própria vinícola, e pagamos 135 dólares.
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Rodrigo Oliveira da World Wine (ao centro), com os sócios da Porto di Vino Bernardo Larreta e Bernardo Murgel
Leia sobre a nossa viagem ao Chile:

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